Teste Psicológico #4

Este Teste é revelador...

Uma gaja, durante o funeral de sua mãe, conheceu um rapaz que nunca tinha visto antes.
Achou o tipo tão maravilhoso que acreditou ser o homem de sua vida.
Apaixonou-se por ele e começaram um namoro que durou uma semana.
Sem mais nem menos, o rapaz desapareceu e nunca mais foi visto.
Dias depois, ela matou a própria irmã.

Questão: Qual o motivo da rapariga ter matado sua irmã?

(Não desça até o final sem antes ter pensado numa resposta!!!!!)

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Resposta:

** Ela esperava que o rapaz pudesse aparecer novamente no funeral da sua irmã.**

Se você acertou a resposta, você pensa como um psicopata.

A maioria dos assassinos presos acertou a resposta. Para um psicopata os fins justificam os meios.


Se você acertou, por favor indique-me, para que eu o possa bloquear no facebook.

Testes Psicológicos

Encontrei estes três testes na net, são pequenas demonstrações de que as nossas mentes conseguem ser extraordinárias...


1º Teste:

Foi descoberto que o nosso cérebro tem um Bug.
Aqui vai um pequeno exercício de cálculo mental!

Este cálculo deve ser feito mentalmente e rapidamente, sem utilizar calculadora, nem papel e caneta, ok?

Seja honesto e faça os cálculos mentalmente.
Tens 1000, acrescenta-lhe 40. Acrescenta mais 1000. Acrescenta mais 30 e
Novamente 1000. Acrescenta 20.
Acrescenta 1000 e ainda 10. Qual é o total?



(resposta abaixo)











Teu resultado é 5000.
A resposta certa e 4100!

Se não acreditar, verifique com a calculadora.
O que acontece e que a sequência decimal confunde o nosso cérebro,
que salta naturalmente para a mais alta decimal (centenas em vez de cezenas).

2º Teste:

Rápido e impressionante.
Conte quantas letras “F” tem no texto abaixo, sem usar o mouse:

FINISHED FILES ARE THE RE-
SULT OF YEARS OF SCIENTIF-
IC STUDY COMBINED WITH
THE EXPERIENCE OF YEARS

Contou?
Somente leia abaixo após ter contado os “F”. Ok?

Quantos? 3? Talvez 4?

Errado!
São 6 (seis).
Não é piada! Volte para cima e leia mais uma vez!

A explicação está mais abaixo.

O cérebro não consegue processar a palavra “OF”.

Este teste resulta melhor nas pessoas que costumam ler muito inglês, são essas que não detectam o F em OF.

3º Teste:

Sou diferente? Faça o teste.
Alguma vez já se perguntaram se somos mesmo diferentes ou se pensamos a
mesma coisa?
Façam este exercício de reflexão e encontrem a resposta!

Siga as instruções e responda as perguntas uma de cada vez ‘mentalmente’ e o mais rápido possível, mas não siga adiante até ter respondido a anterior. E se surpreenda com a resposta!

Agora, responda uma de cada vez:

Quanto é:

15+6=

3+56=

89+2=

12+53=

75+26=

25+52=

63+32=

Sim, os cálculos mentais são difíceis. Mas agora vem o verdadeiro teste.
Seja persistente e siga:

123+5=

RÁPIDO!!!
PENSE EM UMA FERRAMENTA E UMA COR!

……

E siga adiante…

…….

Mais um pouco…

……..

Um pouco mais…

……..

Pensou em um martelo vermelho, não é verdade?

Se não, você é parte de 2% da população que é suficientemente diferente para pensar em outra coisa.
98% da população responde martelo vermelho quando resolve este exercício. (dizem eles)

Eu pensei num martelo vermelho e fiquei mesmo espantado. Aposto que se você não pensou em um martelo, foi numa chave de fenda amarela ou verde! É normal muitas raparigas pensarem em ferramentas Rosa ou Roxas, e os rapazes pensarem em Azuis e Pretas...

Jason Reitman - curtas-metragens

Se gostaram das três aclamadas longas metragens do jovem Jason Reitman (a saber: Thank You for Smoking, Juno e Up in The Air), devem querer saber o que ele andou a fazer antes de tornar cada um dos seus filmes tragi-cómicos em verdadeiros sucessos entre a box-office os críticos, mas acima de tudo em filmes verdadeiramente agradáveis de ver.

Uma série de curtas metragens foi o que ele andou a fazer. As curtas metragens são o equivalente cinematográfico aos contos (short-stories) da literatura, e, portanto, um bom início para tornarmos conhecidas as nossas aptidões no campo designado. Reitman deu-nos a provar um pouco do seu futuro na curta "Consent" de 2002. Impossível não reconhecer um pouco de Woody Allen e o sua crítica de costumes inter-géneros. Antes, em "Gulp" (2000), num registo igulamente humorístico, Reitman mostra-nos as suas habilidosas técnicas cinematográficas, quase uma trade mark pessoal no que toca a conferir dinamismo visual às cenas de toda a sua cinematografia. Temos também "In God We Trust" de 2000, uma cómica narrativa sobre como escapar do purgatório e voltar à terra para fazermos aquelas pequenas coisas que nunca fizemos.

"Consent" versa sobre um rapaz e uma rapariga que acabam a noite no quarto dela após um blind date. Mas antes de avançarem para a primeira base, há um conjunto de regras que devem ser negociadas. . . Não vou ser um spoiler. Vejam e apreciem 6 minutos excepcionais!

Consent

Em "Gulp", a acção gira freneticamente em torno de um peixe de aquário que se vê privado de água salgada pelo dono inconsequente e arrependido:



e por fim eis "In God We Trust", uma alegoria hilariante sobre a vida e a morte:


Smoke That Cigarette

Num tempo em que o tabaco começa a ser quase politicamente incorrecto, congratulo-me que haja pessoas que ainda olham para o acto de fumar como um gesto de rebeldia e auto-afirmação. Afinal, a auto-determinação (ou devo dizer auto-terminação) é o último reduto do cidadão urbano contemporâneo, estrangulado em regras comportamentais sociais que assumem forma de lei! Já nos proíbem de tirarmos a nossa própria vida (e de tiramos a roupa em público também! Há alguma coisa de errado com o corpo nu de uma pessoa?) já nos proíbem de partilhar cultura gratuitamente na internet, proíbem-nos também de consumirmos "drogas" naturais que sempre fizeram parte da dieta psicofarmacológica da espécie humana, o que virá a seguir? Proibição total de fumar tabaco, beber alcóol e de ser um inútil para a sociedade (aka os grandes magnatas que querem escravos que façam as coisas que eles usam para tornar a sua vida aparentemente mais divertida)?

Ao longo da história da civilização sempre houve esta tentativa de domesticar os desalinhados, para servir os interesses da sociedade (o bem-comum). Sendo o ser humano um ser gregário, é natural que aconteçam estes mecanismos de auto-regulamentação inconsciente. Afinal, é preciso dar continuidade ao adn colectivo, perpetuar a espécie, dominar o mundo. Penso que não há dúvidas, no início do século XXI, que isso foi amplamente conseguido, com consequências muito graves para os outros co-habitantes do planeta (i.e. as formas de vida inferiores e negligenciáveis, as quais presumimos serem propriedade do Homem - ver Livro do Génesis), e para o planeta em si. É esta determinação cega em perseguir a expansão e desenvolvimento colectivo (uma falácia facilmente desmontada), que tem vindo a impedir que as pessoas que estão no poder (que expressão tão vã! coitados dos poderosos no dia em que morrerem...) vejam que nos dirigimos para o suicídio colectivo. Somos como lemmings que falham em ver que o caminho para a terra prometida foi adulterado pela conjuntura.

Mas divirjo. Falava das leis interpretativas do mundo que os "iluminados" foram criando ao longo dos tempos para defesa dos valores que (consoante a época) fossem vitais à perpetuação e vitória épica da Humanidade. Algumas são tão lógicas que escapam à nossa observação. Não deviam ser precisas leis que digam que o incesto é uma coisa má, ou que matar pessoas (inocentes ou não) é imoral, ou que violar uma criança inocente é condenável, mas essas leis existem, como que para nos fazer lembrar que somos um ser falível e, acima de tudo, com ideias próprias, com livre-arbítrio, que acha que pode fazer tudo o que quer (porque não haveria de o poder fazer?) - Para isso foi criado Deus, uma espécie de consciência colectiva omnisciente e omnipotente, que administrava castigos eternos aos prevaricadores, mas tudo mudou quando Deus foi declarado morto: tudo está ao nosso alcance, tudo é permitido. Aquilo que só os esclarecidos Napoleões e Raskolnikovs deste mundo acham poder fazer sem serem objecto de julgamentos morais, está hoje disponível para nós, os comuns-mortais. Mas se até eles se arrependeram, what's to become of this boy? (Nota curiosa: eu coleccionava maços de tabaco vazios quando era criança, carreguem aqui e aqui para ver uns designs muito loucos!)

Livres então de constrangimentos morais sobre o acto de inalar uma substância que nos pode matar (não podem todas?), preocupemo-nos acima de tudo com a moralidade de, no processo, empresas multinacionais estarem a lucrar milhões à custa disso, já para não falar no estado que cobra 70 por cento de impostos sobre o preço final, alertando por um lado para os riscos e malefícios do tabaco, e por outro enchendo os depauperados cofres públicos. Mas a culpa é de todos nós: O estado é hipócrita. Nós somos o estado. Logo, nós somos hipócritas.

Não vou fazer juízos de valor sobre se fumar é bom ou mau. Não há verdades absolutas. Por cada sim há um não. Veja-se o caso do álcool: é considerado por muitos conservadores e fanáticos da bíblia um malefício de dimensões extraordinárias, mas são essas pessoas que falham em reconhecer que na própria bíblia, logo no início dos inícios, pouco depois de o Homem ter sido expulso do Paraíso, o vinho foi inventado para aliviar a tortura do trabalho físico (Génesis 5, 29), servindo entretanto para que as duas filhas de Lot embriagassem o pai, de modo a serem emprenhadas por ele, e assim dar continuidade ao clã (Génesis, 19, 32).

Posso é sugerir que vejam os filmes "Thank You For Smoking" de Jason Reitman, "Smoke" de Wayne Wang e Paul Auster e "Coffee and Cigarettes" de Jim Jarmusch.

Especial atenção à música de abertura do hilariante e descomplexado, por vezes politicamente incorrecto, filme de Jason Reitman, "Smoke! Smoke! Smoke that Cigarette", cantada por Tex Williams:







andorinha

hoje ouvi a primeira andorinha do ano. dizem que uma andorinha não faz a primavera, e eu então pergunto, o que faz a primavera? as tulipeiras em flor já estão aí, outras árvores já ostentam flores alvas, mas fixo-me nesta coisa da andorinha... vou ficar atento, eu e o jovem milhafre que ronda por lá, chiando ocasionalmente... talvez esteja à procura de companheira. será isto a primavera a chegar? só ouvi uma andorinha...

"As andorinhas são um grupo de aves passeriformes da família Hirundinidae", diz-nos a wikipédia. o seu nome latino lembra-me qualquer coisa, fui ver a página em francês e deparei-me com as hirondelles:

"Les hirondelles sont des oiseaux migrateurs familiers qui installent leurs nids près des habitations", o que me leva para a minha juventude e os ninhos de andorinhas que costumava ver nos beirais do telhado da minha casa. será que eles ainda estão lá e eu é que deixei de reparar? será que as andorinhas voltam este ano? será que sempre voltaram?

em inglês, andorinha é swallow. havia uma banda na minha infância chamada swallow rage, eram de famalicão e venceram um concurso qualquer a nível nacional muito valorizado nos finais de anos 80, inícios de 90...

também me fazem lembrar Haruki Murakami, as andorinhas, mas não me ocorre de que livro, nem que situação ou passagem...

andorinhas, primavera... associação livre de ideias... talvez esteja a ouvir o tique-taque de um qualquer relógio biológico... fui alertado para isso numa conversa virtual que tive há pouco sobre aquele verso de uma música do Manu Chao, que diz assim:

"Yo ya estoy deseando tener niños, ¿y tú Quique? Oh Yo no"(infinita tristeza, é o nome da música)

frase esta que defini como status, tanto do facebook como do messenger,na semana passada. a conversa foi mais ou menos assim:

ela diz:
que raio quer isso dizer?
lol

Timmy_L aka Bob Loblaw aka Clay Datsusara diz:
oi
o q?

ela diz:
a frase
que tens no msn

Timmy_L aka Bob Loblaw aka Clay Datsusara diz:
...
que frase?
ah é do manu chao
de uma música
lol
é a primavera, está a dar-me vontade de ter filhos

ela diz:
ahhhh
e está?
lol

Timmy_L aka Bob Loblaw aka Clay Datsusara diz:
se calhar...
pode ser inconsciente

ela diz:
ou de praticar?
ahahahahah

Timmy_L aka Bob Loblaw aka Clay Datsusara diz:
lol
deve ser mais isso
juntar o útil ao agradável

ela diz:
é útil ter filhos?
hoje sinto me na idade dos porquês

Timmy_L aka Bob Loblaw aka Clay Datsusara diz:
é útil, claro!
senão, o que estamos aqui a fazer?
o nosso dever enquanto animais é perpetuar a nossa espécie!
o nosso adn individual, e para isso temos de escolher bem o melhor parceiro para nidificar

ela diz:
que conversa mais BBC
lololol

Timmy_L aka Bob Loblaw aka Clay Datsusara diz:
baby
all in all
we are nothing but mamals

ela diz:
mamals

Timmy_L aka Bob Loblaw aka Clay Datsusara diz:
let's do like they do it on discovery channel

(...)

e nem se quer lhe falei nas andorinhas
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